
g ro s v e r q u i r o n g c o i t 1 a rb re en s’a v a n ç an t v e rs la c im e . C e v e r é ta n t tom b é à
t e r r e , p u is é ta n t m o n t é d e r e c h e f e t é ta n t e n c o r e tom b é c om m e la p rem iè re
f o i s , .enfin a y a n t r e c om m e n c é s ep t fo is la m êm e c h o s e a v e c aussi p e u d e su c c è s ,
c e la d o n n a à p en s e r à S . Y a red .; Q u e s ign ifie c e la ! se dit-il à lu i-m êm e . P o u r q
u o i c e v e r a - t - il fa it s ep t fo is des ten ta t iv e s p o u r m o n t e r à la c im e de c e t a rb re
e t est-il tom b e a u tan t d e fo is à te r re ! N e s e ro it - c e pas là u n e im a g e d e m o i-
m em e , q u i , p e n d a n t s e p t an n é e s c o n s é c u t iv e s , suis a l lé à l’é c o le e t n ’y a i p u r ien
a p p ie n d r e ! A u s s i tô t il a v a la le v e r ; le S a in t-E sp r it d e s c e n d it su r lu i sous la fo rm e
d 'u n p ig e o n , lu i en se ign a l ’a r t d e la le c tu r e , c e lu i de l'é c r itu r e , ainsi q u e c e lu i d e la
m u s iq u e , e t iu i inspira en m êm e tem p s les t ro is m o d e sguez ( t ) , eZel[o) e t araray (3) :
le p rem ie r d e s tin é au x jo u r s d e f é r ié ; le s e c o n d ré s e rv é p o u r le s jo u r s d e jeû n e
e t d e c a rem e , p o u r les v e ille s d e fê te s e t p o u r les c é r ém o n ie s fu n è b re s ; le
tro is ièm e c o n s a c r e au x p r in c ip a le s fê te s d e l ’a n n é e . In s tru it p a r c e m i r a c l e , il
c om p o s a un tr a ité des p r in c ip e s e t d e la p ra t iq u e d u c h a n t a c tu e l lem e n t en
« sa g e e n A b y s s in ie .
A r t i c l e II.
Comment nous sommes parvenus à acquérir quelque connaissance de la
Musique Ethiopienne.
■ N o u s au r ion s b ien d é s iré q u e ce s b o n s p rê tre s eu s sen t p u n o u s d ir e e n q u o i
c o n s is to i t c h a c u n d e s m o d e s q u i l s v e n o ie n t d e n o u s n om m e r , q u e l le é t o i t
la d iffé r e n c e q u i d is t in g u o it ce s m o d e s e n t r e e u x , q u e lle é to i t la g am m e , e t q u e l
é t o i t le to n p ro p r e à c h a c u n ; m a is , q u o iq u e n o u s n ’eu s s io n s pas t r o p d e p e in e les
uns e t les au tre s a e x p r im e r n o s idees dans la lan gu e A r a b e q u i n o u s é to i t ég a lem
e n t é tran g è re à t o u s , lo r sq u e n o u s so r t io n s d u s ty le o rd in a ir e d e la c o n v e r s
a t io n e t q u i l s a g is s o it des te rm e s te c h n iq u e s d e l a m u s iq u e , n o u s n e sa v io n s
p lu s c om m e n t n o u s e x p liq u e r : ils ig n o r o ie n t c e s te rm e s dans la la n g u e A r a b e ,
e t c e u x d e la m u s iq u e E th io p ie n n e n o u s é to ie n t a b s o lum e n t in c o n n u s .
N o u s eûm e s r e c o u r s à 1 e x p é r ie n c e p o u r n o u s fa ire c om p r e n d r e d ’e u x , e t c o n -
s e q u em m e n t n o u s les p riâm e s d e v o u lo i r b ie n , d e le u r c ô t é , n o u s d ém o n t r e r p a r
d e s e x em p le s c e q u e n o u s n e p o u v io n s c o n c e v o i r dans leu r s d is co u r s . C e t t e v o i e ,
q u i é to i t la seu le q u e n o u s eus s ions à p r e n d r e , é to i t aussi la p lus c o u r t e p o u r
a n i v e r à n o t r e b u t : mais n o u s y é t io n s , p o u r ainsi d i r e , c o n d u it s e n a v e u g le s ;
n o t r e in te llig e n c e n e t o i t p o in t sa tis fa ite ; c h a q u e e x em p le d e v e n o i t u n p r o b lèm e
à réso.udre.
C e p e n d a n t , c om m e n o u s a v io n s d e ja réussi d e c e t t e m an iè re ju sq u ’à un c e r ta in
p o in t p o u r la m u s iq u e des A r a b e s , n o u s e sp é r ion s aussi q u e lq u e su c c è s en ag issant
d e m êm e à 1 ég a rd d e c e l le des É th io p ie n s , e t n o t r e a t te n t e n e fu t p o in t t r om p é e .
N o u s n o t io n s d o n c les airs e t les ch an ts des p rê tre s A b y s s in s , à m e sure " q u ’ils
(0 'lii /1 gne^.
V I A 7/A ,ZJ.
(3) ’h C ’hlr'fy araray. Ce mot nous a encore été
orthographié dans une autre, circonstance, ’h b b f y .
n o u s les fà iso ien t en ten d re ; n o u s les e x am in io n s en su ite q u an d n o u s é tio n s seuls ;
p u is n o u s les leu r rép é tio n s dès q u e n o u s les r e v o y io n s u n e a u t re f o i s , o u n o u s
les in v itio n s à v o u lo i r b ien n o u s les r é p é t e r , afin d e s a v o ir si n o t r e c o p ie é to i t
e x a c te o u n o n ; e t q u an d n o u s n o u s é tio n s assurés qu’ il n’y a v o i t p o in t d e fa u t e s ,
n o u s c om m u n iq u io n s à ce s b o n s p rê tre s les o b s e rv a t io n s au x q u e lle s l ’e x am en d e
leurs ch an ts a v o i t d o n n é lie u ; n o u s p e s ion s leu r s r é p o n s e s , e t n o u s m e t t io n s en
n o t e le ré su lta t. C ’est a v e c ce s p r é c a u tio n s q u e n o u s som m e s p a rv en u s à ap p ren d re
c e q u e n o u s a llo n s fa ire c o n n o î t r e d e la m u s iq u e É th io p ie n n e , sur la q u e lle , ju s q
u ’à c e j o u r , o n n’a v o i t e n c o r e p u a v o ir q u e des d o n n é e s v a gu e s e t su p e r fic ie lle s .
A r t i c l e I I I .
De l ’inexactitude des Notions qu’on nous avoit données de la Musique Ethiopienne.
L e peu de chose qu’on a vo it appris relativement à la musique É th io p ien n e , on
ne le ten o it que de quelques vo y ag eu rs , q u i, trop peu versés dans l’art musical,
n’y avoient pas acquis assez d’expérience pour faire des observations utiles dans
un pays é tran g e r , ou q u i , trop préoccupés par des recherches importantes dont
l’ob je t n’a vo it rien de commun a vec la m us iqu e , ne pou vo ient p or ter leur a tten t
io n que sur ce qui é to it de nature à frapper davantage leurs sens, c om m e ,
par e xem p le , sur la forme des instrumens, sur le bruit o u sur les sons qu’ils
r e n d o ie n t , sur le degré de surprise qu’éprouvoien t les étrangers la première
fois qu'ils v o yo ien t jo u e r de ces instrumens.
I l e s t v ra i q u e le P. K i r c h e r , dans so n fam eu x o u v r a g e p u b lié sous le titre
d’Ars magna consoniet dissàni, p a r t ie V I I I , Musurgia mirifica, p . 13 5 , a n o t é la
m u s iq u e d ’u n e s t ro p h e d e q u a tre v ers É th io p ie n s ; mais il n e d it p o in t c om m e n t
e lle lui est p a rv en u e : il n e se d o n n e pas m êm e la p e in e d ’e n p ro u v e r l’a u th e n t ic
i t é ; c e q u i e û t é té c e p e n d a n t b ie n n é ce s sa ire p o u r d issiper n o s d o u te s su r c e
p o in t . P e u t -ê t r e l’a - t - il t r o u v é e dans q u e lq u e s -u n s des m ém o ire s q u e le s J é su ite s
d e l ’É t h io p i e , de m êm e q u e c e u x qui r é s id o ie n td a n s les autre s co n t r é e s d e l’an c ie n
e t du n o u v e a u m o n d e , a v o ie n t le so in d ’ad re sse r au ch e f- lie u de le u r o rd r e : mais
c e la n e n o u s rassure pas e n c o r e , n o u s o s o n s le d i r e , sur la fid é lité a v e c la q u e lle
c e t t e s t ro p h e a é té c o p ié e lo r sq u ’o n l’a fa it passer en E u r o p e ; e t 1 o n v a ju g e r si
n o s in q u ié tu d e s s o n t fo n d é e s o u n o n .
A r t i c l e I V.
De quelle manière on avoit défiguré le Chant et corrompu les Mots d'une Strophe
en quatre vers Éthiopiens, et comment les Abyssins nous ont chanté et écrit
cette même strophe.
D ans une de nos premières entrevues a v e c les prêtres A b y s s in s , ayant fait
tomb er la conversation sur leurs chants re lig ieu x , nous leur dîmes qu’on nous