
c om m e le fo n t les A r a b e s , ce qui arrive entre le chat et la souris ( i ) . S i t ô t q u e
1 a u ro r e c om m e n c e a se fa ire a p e r c e v o i r , c h a q u e M u su lm a n re n t r e c h e z s o i ,
le p lu s g ra n d s ile n c e re g n e dans la v i l l e , e t le d e v o i r du m o u s a h h e r est s'us-
p e n d u ju s q u a la n u it su iv an te .
A r t i c l e X V I I I .
De l inclination naturelle des Égyptiens pour la Musique et pour le Chant,
et de l usage. du Chant dans la plupart des circonstances et des travaux de
la vie civile.
En reprochant aux Égyptiens d’avoir négligé la musique, et d’y être barbares
et ignorans, nous n’avons pas prétendu dire qu’ils n’avoient aucune aptitude à
cet art; nous avons des preuves trop fortes du contraire pour concevoir d’eux
une pareille opinion.
P la to n p a r lo it a v e c u n e s o r te d ’en th o u s ia sm e du c h o ix exquis q u e les hab itans
d e c e p a y s a v o ie n t fa i t des e xp re s s ion s les p lu s c o n v e n a b le s p o u r p e in d r e les
sen tim en s . D ém é t r iu s d e P h a lè r e r a p p o r te q u e la d o u c e u r d e la m é lo d ie des
h ym n e s q u e leu r s p rê tre s a d r e s so ien t au x d ie u x , e t q u ’ils ch a n to ie n t su r les sep t
v o y e l l e s , p r o d u is o it un e ffe t aussi a g r é a b le q u e les sons d e la flû te e t d e la
c ith a r e . A t h e n é e , sur le tém o ig n a g e d e p lus ieurs an c ie n s a u t e u r s , n o u s ap p ren d
q u e ce s p eu p le s a v o ie n t fa it d e tels p ro g rè s en m u s iq u e so u s les P to lém é e s , q u ’ils
y su rp a s so ien t le s m u s icien s les p lu s hab ile s des p a y s co n n u s alors .
M a is , q u an d 1 h is to ire se ta iro it sur c e p o in t , il ex is te d e n o s jo u r s des faits
in c o n t e s ta b le s , d a p r è s le squ e ls o n n e p e u t d o u t e r des d isp o s it ion s n a tu re lle s des
E g y p t ien s p o u r l’a r t m u s ica l ; c ’e st d ’a v o i r , a u tan t e t p eu t-ê tr e m êm e p lus q u ’au cu
n a u t r e p e u p le , le s en tim en t d e la m esure e t d e la c a d e n c e , e t d e r é g le r si
b i e n , p a r c e m o y e n , to u s leu r s m o u v em e n s dans les tra v au x le s p lu s p én ib le s
q u i d em an d en t un c o n c o u r s d ’e ffo r ts r é u n is , q u e d eux h om m e s , p a rm i e u x , réus sissent
so u v e n t à fa ire a v e c u n e fa c ili té é to n n a n t e c e q u i n e p o u r r a i t ê t r e e x é cu té
sans b e a u c o u p de p e in e p a r q u a tre d ’u n e a u t r e n a t io n o ù l ’o n n e sait p o in t
c o n c e r t e r les e ffo r ts a v e c la m êm e p ré c is io n . S o i t q u ’ils p o r t e n t des fa rd e a u x , o u
q u ils fassent d autre s o u v ra g e s p én ib le s p o u r le sq u e ls ils s o n t o b lig é s de se r éu n ir
p lu s ie u r s , e t o ù il fau t a u ta n t d’ad re sse e t d ’a c c o r d q u e d e fo r c e dans le s m o u v
em e n s , ils n e m an q u en t jama is d e c h a n te r e n s em b le o u a l te rn a t iv em e n t , en
c a d e n c e , p o u r q u e c h a c u n d’eu x agisse e n m êm e tem p s e t u n i fo rm ém e n t , e t
p r e te à p ro p o s s o n se co u r s aux au tre s . C e l a n o u s r a p p e lle l’usage o ù é to ie n t les
an c ien s d a v o ir des ch an ts ap p ro p r ié s au x m o u v em e n s d e to u s les g en re s d e t r a v
au x , te ls q u e le s ch a n ts des moissonneurs, des vendangeurs, des meuniers, des
tisserands, des rameurs, des puiseurs d’eau, &c. & c . (2). N o u s n e se r ion s pas m êm e
(1) jù i l j fudf ¡j j a L mâ gârd beyn elqott ou dans ses Deipnosophistes, livre XIV, chapitre y , et
fà " Photius dans sa Bibliothèque, page 983.
(2) Voyf ç , pour tous ces divers chants, Athénce
t r è s - é lo ig n é s d e c r o ir e q u e les É g y p t ie n s , c h e z le squ e ls o n r e c o n n o î t e n c o ie
ta iït d’usages q u i a p p a r t ien n en t é v id em m e n t à la h au te a n t iq u ité , eu s sen t c o n s
e rv é c e lu i- là ; du m o in s il est c e r ta in qu’il y ex is te e n c o r e dans p lus ieurs é t a t s ,
e x a c tem e n t te l q u ’il y a é té rem a rq u é p a r les an c ien s G r e c s , e t d epu is p a r les
R om a in s , c om m e p armi les rameurs e t les puiseurs d eau p o u r 1 a r ro s em en t des
te r re s : c a r to u s leurs m o u v em en s s o n t réglés p a r des ch an ts , p o u r la p lu p a r t , d u n e
m é lo d ie s im p le e t a g r é a b le ; p eu t-ê tre m êm e s o n t - c e là e n c o r e ces ch an ts d u N i l
si v an té s de tem p s im m ém o r ia l p a r les p o è te s ( t ). A u r e s t e , il n est pas d o u te u x q u e
si les É g y p t ie n s n’eus sent eu n i in c lin a t io n n i a p t itu d e n a tu re lle s p o u r la m u s iq u e
e t p o u r le c h a n t , q u i s o n t des ch o s e s p ro s c r ite s p a r la lo i d e leu r p r o p h è t e , ils
n ’en a u r o ie n t c o n s e r v é a b so lum e n t rien . P lu s sé vè re s q u e to u s le s au tre s M u su lmans
dans le m a in t ien d e la d is c ip lin e q u ’a é ta b lie M a h o m e t , le z e le s c ru p u leu x
q u ’ils a p p o r te n t à rem p lir les d e v o ir s q u ’e lle leu r im p o s e , le u r a u r o it fa it in te rd ir e
e t rep o u s s e r l ’usage d u c h a n t p a r - to u t o ù ils 1 a u r o ie n t r e c o n n u , sous q u e lq u e
fo rm e q u ’il se fu t p r é s e n t é , tan d is q u ’a u c o n t r a ir e ils o n t c om p o s é des ch an ts
e t des h ym n e s e n l ’h o n n e u r des saints e t des saintes de le u r r e l ig io n , ils en o n t
c om p o s é m êm e en l ’h o n n e u r d e le u r p r o p h è t e , e t , c e q u i e s t b ien p lu s fo r t
e n c o r e , ils les m u lt ip lie n t dans leurs jo u r s de fê te s , e n y a jo u ta n t la p lu p a r t d e
leurs in s trumen s d e m u s iq u e : ils o n t aussi des c h a n t s , c om m e n o u s 1 a v o n s v u ,
m êm e p o u r les c o n v o i s fù n è b r e s ; c e q u i le u r e s t e x p re s sém en t d é fen d u p a r le u r
r e lig io n . A in s i il fa u t d o n c q u ’un a s c en d an t irré s is tib le les a it en tra în é s m a lg ré
eux , e t n e leu r a it pas p e rm is d e c é d e r à la v o ix d e le u r c o n s c ie n c e , q u i d o i t , à
ch a q u e in s ta n t , le u r r e p r o c h e r de c om m e t t r e une im p ié té ; e t c e t a s c en d an t n e
p e u t ê tr e q u e la n a tu re m êm e de le u r o r g a n is a t io n , qui les a dispo sés p o u r le c h a n t
e t p o u r la mesure.
N o u s n e ra s sem b le ron s pas dans c e tra v a il to u s les d iv e r s ch an ts q u e n o u s
a v o n s en ten d u s des É g y p t ien s e t q u e n o u s a v o n s r e c u e illis ; le n om b r e e n e s t
t r o p g r a n d : d’a ille u r s , p lu s ieu rs n e t a n t fo rm é s q u e d e d eu x o u tro is sons m e su ré s
s e u lem e n t , dans le dessein d e r é g le r e n c a d e n c e les m o u v em e n s des o u v r ie r s e t
des gen s de p e in e , la m é lo d ie n ’en est pas assez a g ré ab le p o u r t r o u v e r p la c e
ic i. C e q u i s e r a i t c a p a b le d e lu i d o n n e r q u e lq u e in t é r ê t , c e s e r a ie n t les d é ta ils
dans le squ e ls n o u s p o u r r io n s e n t r e r sur le s t r a v a u x , les e x e r c ic e s , les jeu x e t
les c é r ém o n ie s d e la v ie c iv ile d e ce s p e u p le s ; mais n o u s c r a ig n o n s d em p ié te r
sur les d ro its d e ceux" q u i d o iv e n t tr a ite r c e t te m a t iè re .
N ’a y an t d o n c p lu s d e ré fle x io n s à Élire sur c e q u i c o n c e rn e la m u s iq u e des
É g y p t ie n s , n o u s a llo n s p ré s en te r t o u t s im p lem en t q u e lq u e s e sp è c e s d e ch an ts
q u ’il n o u s re s te e n c o r e à fa ire c o n n o î t r e e t q u i m é r ite n t le p lu s d ’ê tr e co n n u e s .
Air que chantent lesparens et amis du Prétendu, en le conduisant chez sa future Épouse.
(l) Æschyl. Suppl. v. 1032. Martial. lib. II I , epigramm. 62, ad Cotylum. Ovid. de Arte amandt, v. 339-