
[A la fin de chaque couplet, la danse s’arrête, le premier choeur chante ce qui suit, puis
ie chant précédent recommence sur de nouvelles paroles, et la danse reprend de même.]
2,‘ Choeur.
Rhythme des mains.m
Autre Air de danse des Bambras.
i.‘r Choeur,
2,* Choeur,
Des Chants des Habitans de Dongola.
N o u s ig n o ro n s s i, p a rm i les v o y a g e u r s q u i o n t p a r c o u r u l ’in té r ie u r d e l’A f r iq u e ,
q u e lq u e s -u n s o n t eu la c u r io s ité d e n o t e r des ch a n ts des h ab itan s d e D o n g o l a ;
mais
mais n ous, c r o y o n s q u ’a u c u n n’a fa it c o n n o ît r e ces ch a n ts en E u r o p e . C e p e n d
an t ils n e s o n t pas p lu s à d é d a ig n e r q u e b e a u c o u p d ’a u tre s q u ’o n a transmis
d e p a y s plus é lo ig n é s e n c o r e , e t d o n t les p eu p le s n’o n t pas n o n plus u n e c iv i l i s
a t io n tr è s -a v an c é e .
L e s airs d e c h a n t des d iffé ren s p eu p le s s o n t p o u r les m u s icien s c e q u e s o n t
p o u r les p e in tre s les dessins des figu re s d e ce s m ême s p eu p le s : de m êm e q u e
c e u x - c i t r o u v e n t dans çes figures des p h y s io n om ie s o r ig in a le s de ca ra c tè re s d iv e r s ,
q u e leu r im a g in a tio n seu le n’a u r o it p u le u r fa ire c o n c e v o i r , e t q u i leu r s e rv en t
à v a r ie r c e lle s des p e rson n a g e s q u ’ils fo n t en t r e r dans un ta b le a u ; de m êm e aussi
le s p rem ie rs d é c o u v r e n t dans les ch a n ts de ce s même s p eu p le s un n o u v e a u g en re
d e m é lo d ie , q u i p e u t aussi le u r in sp ire r des ch a n ts d ’une a g r é a b le o r ig in a lité
lo r sq u ’ils e n o n t b e so in . L e g ran d ta le n t est d e s a v o ir em p lo y e r to u te s ce s ch o se s
à p r o p o s , e t d e les p la c e r d e m an iè re q u ’e lle s p ro d u is e n t le p lus g ra n d e ffe t.
L a m é lo d ie d u ch a n t des hab itans d e D o n g o l a e s t plus d o u c e e t plus m é la n c
o l iq u e q u e l le n ’e s t b ru y a n te è t g a ie . L ’ in s trumen t d o n t ils s’a c c om p a g n e n t , est
u n e ly r e a n t iq u e , g ro s s iè rem en t fab r iq u é e . C e t t e ly r e , q u ’ils a p p e lle n t guisarke,
e s t fo r t e n usage dans to u t e la N u b ie . L e s Ba râb ras la co n n o is s e n t sous le n om
d e kisser, e t e n jo u e n t au s s i: mais n o u s n e n o u s som m e s pas a p e r çu s q u ’ils s’en
servissent p o u r s’a c c om p a g n e r e n ch a n ta n t . L e m êm e in s trum en t se n om m e , dans
q u e lq u e s au tre s c o n t r é e s , kissar, o u kifar ; e t au K a i r e , o n le ' n om m m e kiçarah e t
kitarah Barbaryeh, c ’e s t -à -d i r e , guitare des Barâbras. L e m o t kitara, qu e les G r e c s
o n t é c r it y c e t q u ’ils p r o n o n c e n t kifara, au ro it-il é t é , dans so n o r ig in e , s y n o n
ym e d e ly re î C ’es t au m o in s c e q u e d o n n e lie u d e p en s e r c e n om a p p liq u é p ar
les A f r ic a in s à l'in s t rum en t d o n t il s 'a g it , le q u e l est u n e v é r ita b le ly r e ; c a r les m o ts
guisarke, kisser, kissar, kifar, kifarah e t kitarah des A f r ic a in s , lie s o n t q u u n seul
e t m êm e m o t d iv e r s em en t p r o n o n c é .
M a is il s’a g it m o in s ic i d u n om e t d e la fo rm e d e c e t in s t rum e n t , q u e de
l’e ffe t q u ’il p r o d u it ; e t c e t e f f e t , sans ê tr e t r è s -h a rm o n ie u x , a p p ro c h e b e a u c o u p
d e l'h a rm o n ie . O n sera p e u t -ê t r e surpris m êm e d e r e c o n n o î t r e , dans l’a c c om p
a g n em e n t d e c e t in s t rum e n t , des a c c o rd s co n fu s qui n e d em a n d o ie n t q u ’un
p e u d ’a r t p o u r ê t r e co n fo rm e s à n o s rè g le s . S i c ’est le hasard q u i les a p r o d u i t s ,
c e la n e p r o u v e pas m o in s q u e c e lu i q u i e n jo u o i t é to i t o rg an isé p o u r ê tr e m u s
ic ien , s’il e û t é té in s tru it en m u s iqu e .
L a guisarke se tie n t e t se p in c e d e la m ain g a u ch e : u n e c o u r r o ie a t ta ch é e au x
d e u x b ra n ch e s de l’in s trum en t s e r t à le s o u ten ir e t à ap p u y e r le p o ig n e t tan d is
q u e les d o ig ts agissent. L a m a in d ro ite est o c c u p é e à f ra p p e r le s c o rd e s a v e c
l e plectrum, le q u e l e s t un m o r c e a u d e cu ir su sp en d u à u n b o u t d e c o r d o n n o u é
a u to u r d e la b r a n ch e g a u ch e d e c e t t e ly r e .
L ’a ir d u ch a n t est ap p e lé ghouna. L e m o t glouna, s e lo n to u t e a p p a r e n c e , e s t
u n e c o r r u p t io n d e l ’a rab e fL ix . ghenâ, c h a n t , air d e m u s iqu e . L e s p a ro le s d e la
p rem iè re c h a n s o n , ainsi q u e c e lle s des ch an son s d e B a râ b ra s , n ’o n t r ien d e c om m
u n a v e c la lan gu e A r a b e ; m a is , dans les ch a n son s su iv a n te s , o n rem a rq u e n o n -
seu lem en t des p a ro le s A r a b e s , mais e n c o r e des m o t s I ta lien s c o r rom p u s .