
7 0 2 D E L E T A T A C T U E L
les F ran ç a is q u i h a b ito iem c e t t e v i l l e , suiv is d’u n e fo u le im m ense ¿ ’É g yp t ien s
e t d ’é tran g e rs d e to u te s ies c la s s e s , a l lè r e n t , à un q u a r t d e lie u e h o r s d e la v i lle ,
r e c e v o i r le G é n é r a l en c h e f B o n a pa r t e ram en a n t so n a rm é e ap rè s l ’e x p é d it io n
d e S y r ie . J am a is un so u v e ra in ch é r i d e ses suje ts n e fu t a c c u e i lli dans ses é ta ts
p a r d e s m a rq u e s plus é c la tan te s d e la jo ie p u b liq u e cau sé e p a r sa p r é s e n c e , q u e
le fu t en c e m om e n t le G é n é r a l e n c h e f ; jama is des frè re s q u i s’a im en t te n d r e m
e n t , e t q u i p e n d a n t lo n g - tem p s o n t é té séparés les uns des a u t r e s , n e se so n t
d o n n é m u tu e llem e n t d e p lu s to u c lia n s tém o ig n a g e s d ’a f f e c t io n , q u e le firen t alors
les F ran ç a is q u i é to ie n t au K a ir e e t c e u x q u i r e v e n o ie n t d e S y r ie .
L a p lu s b e lle m u s iq u e E u r o p é e n n e n ’e û t p u d is tra ire n o t r e adm ira t io n d’un
s p e c ta c le aussi in té re s san t ; mais la b a rb a re m é lo d ie d e c e lle q u e n o u s e n te n d îm e s ,
e n n o u s ra p p e la n t q u e n o u s é tio n s à six ce n ts lieu e s d e n o t r e p a t r ie e t dans une
a u t r e p a r tie d u m o n d e , p ro d u is it sur n o u s u n e im p re s s ion si p u is s a n te , e t d o n n a
u n e s. g ra n d e én e rg ie aux sen tim en s q u e n o u s é p r o u v io n s , q u e les expres s ions
m an q u e n t p o u r la d é c r ire . L a m a r c h e des S c y th e s , dans l ’o p é r a d 'Iphigénie en
Taunde de G lu c k , to u t e su b lim e q u ’e lle e s t , e t p e u t - ê t r e p a r c e la m êm e n e
n o u s e u t pas aussi fo r t em e n t émus q u e le f it le s ty le sau v a g e de la m a r c h e
su iv an te e x é cu té e p a r les m u s icien s E g y p t ie n s , e t a c c om p a g n é e c om m e n ous
v e n o n s d e Je d ire L a ir d e m a r c h e d e G lu c k ra p p e lle le c a ra c tè r e im p ito y a b le
e t fé r o c e des S c y th e s d e la T a u r id e , a v e c c e t t e én e rg ie d ’e xp re s s ion q u ’il n ’e s t
p e rmis d a t te in d r e qu’à l ’a r r le p lu s p a r fa it , d ir ig é p a r le s e n tim en t le plus d é lic a t
e t le g o u t le p lus e x q u is ; e t c ’est p ré c is ém en t c e t t e p e r fe c t io n d e l ’a r t e t c e t te
d é lic a te s s e d e g o û t q u i fo r t if ie n t en n o u s la c o n f ia n c e q u e n o u s d o n n e l ’id é e c o n s
o la n te d e t r e é lo ig n é s e t à l ’a b r i d e p a re ille s h o r reu r s dans u n p a y s p o l ic é e t sagem
e n t g o u v e r n é : mais l’air de la m a r c h e É g y p t ie n n e é to i t l ’e ffe t im m é d ia t , trè s-
r e e l e t t r e s - s e n s .b le , d e la g ro s s iè re b a rb a r ie d e ce s p eu p le s au m ilie u desquels
n o u s v iv io n s . L e v o ic i ; 1
A IR DE M A R C H E JÉG.YPTIEN.
Rhythme mokhammes (i).
= Ì K E
(l) On appelle ce même rhythme douyeh en turc-
c’est le même qui étoit connu des Grecs, sous le nom
de rhythme égal ou rhythme daclytique.
Les temps marqués par une longue se nomment ioum,
et ceux qui sont marqués par une brève se nomment tri,
sur les instrumens à percussion. Dans le chant, au lieu de
doum, le même temps se nomme ttaj et au lieu d'appeler
reé le second temps,on le nomme dit. Le doum, de même
que le tta, est le temps fort. Le doum se distingue sur les
instrumens à percussion, en ce qu’il se frappe de la main
droite sur le milieu de l’instrument, et qu’il produit un
son plus grave et plus fort. Le teh, au contraire, se frappe
de la main gauche et plus près de la circonférence, en
sorte qu’il produit un son plus aigu et plus maigre. Le tta
se marque en frappant avec la main sur le genou; et le
dih, qui est le temps foible, se frappe sur le genou également,
avec l’index de la même main. II est ddnc évident
que les Egyptiens font, relativement aux temps.rhyth-
miques et musicaux, la même distinction que nous.
« m a i ,
D E L À R T M U S IC A L EN EGY P T E . 7 ° 3
_ \J — w
t-f £ - 1,4»
C e qui n e c o n t r ib u e pas p eu à o c c a s io n n e r une g ra n d e co n fu s io n dans l’e ffe t
de ce s so r te s d e m a r c h e s , c ’est la d iv e r s ité d e s v a r ia tio n s des tem p s du m êm e
rh y thm e q u i se fa it en te n d r e sur les c ym b a le s , le s tam b o u r s e t les tim b a le s .
N o u s p ré s en te ro n s q u e lq u e s -u n s d e c e u x q u e n o u s a v o n s n o té s . N o u s p r é v
en o n s q u e n o u s a v o n s e n c o r e m a rq u é p a r des n o te s à d o u b le q u eu e les tem p s
fo r ts e t les sons g ra v e s frapp és p a r la m a in d r o i t e , e t q u e les tem p s fo ib le s , ainsi
q u e les sons aigus frapp és p a r la m ain g a u c h e , n o u s les a v o n s désignés p a r les
autre s n o te s .
Grosses caisses, chaque main armée, l'une d'une 'baguette et frappant d un côté, Iautre dune
verge et frappant de l'autre,
Rhythme.' ' ■ Autre. . Autre.
Segue. Segue. Segue.
Caisses ordinaires.
Autre.
Segue. Segue.
Timbales appelées Noqqâryeh : il y en a toujours deux, l'une très-grosse , et l'autre
de moyenne grosseur.
Rhythme. Autre., Autre. Autre.
Segue.
Petites Timbales plates appelées Naqrazân.
Autre.
• f f
Segue.
I
Ifili
Segue.
Très-petites Timbales.
Rhythme.
Segue. Segue.
Cymbales, on les frappe presque d’aplomb.
Rhythme.
flfti lili
Isti i -lli lïli;
• l i t i
M A
iiifife!