
l’a ir d e se m o q u e r d u m o r t e t d e c e u x q u i le s p a y e n t , q u ’e lle s n ’o n t l’a ir de
p leu re r . C e p e n d a n t e lle s n e ce s sen t d’a p p e le r le d é fu n t p a r le s n o m s ‘ le s .p lu s
te n d r e s , e t d e v a n te r ses b o n n e s q u a lité s m o r a le s e t m êm e p h y s iq u e s . S i c ’est
u n h o m m e , e lle s c r i e n t , yâ alhouy ,yâ hhay, yâ liabyby, ire. [ ô m o n f r è r e ! ô
m o n b ic n - a im é ! ô m o n am i! & c . ] ; s’il e s t m a r i é ,yâ a'rys, terouh, mâ tergach
[ ô m o n é p o u x , tu t’en vas e t tu n e re v ien d ra s p lu s ! ] ; ,s i c ’e s t u n e fem m e , e lle s
d is e n t , yâ okhty, yâ liabyby, yâ setty, ire. [ ô m a soe u r ! ô m o n am ie ! ô ma
maîtres se ! & c . ] ; si e lle e s t m a r ié e , yâ a’rousty, ire. [ ô m o n ép o u s e ! & c . ] ; si c’est
un e n f a n t , j t â ouatad, ire. [ c h e r en fan t ! & c . ] ; si c ’est u n e fill t ,yâbenty, ire. [ ô m a
f il le ! & c . ] , en a jo u ta n t m ille a u t re s e xpre s s ion s d e ten d re s se e t d e re g re ts le s p lus
to u c h a n s ( i ) ; mais t o u t c e la d u n t o n si fo r c é e t si f r o id , q u e c e la s e ro it r e g a rd é ,
a v e c r a is o n , c om m e la p lu s im p e r t in e n te m y s t ific a t io n p a r u n e p e r s o n n e v iv a n te
e t d e b o n sens à la q u e lle c e la s’aclres sero it.
M a is le s p r o c h e s p a ren te s d u m o r t , p én é t ré e s d u n e d o u le u r r é e l le , sa fem m e ,
sa m è r e , s a soe u r , sa f i l l e , & c . r e s te n t à la m a iso n e t le p le u r e n t am è r em e n t ,
en se te n a n t assises o u p a r te r r e . A 1 in s tan t o ù il v ie n t d e t r é p a s s e r , elles, s’en
(i) Quelquefois, et beaucoup plus souvent qu’on ne
1 imaginera en Europe sans doute, le convoi est arrêté,
parce que les porteurs, au lieu d’avancer, ne font-plus
que tourner, ou ne peuvent plus, diseht-ifs, supporter
le cercueüou contenir le mort près de s’échapper : cela arrive
presque toutes les fois que celui qu’on porte en terre
passe pour un saint. En Egypte, ceux qui sont regardés
comme ayant des droits incontestables à ce titre, sont
ceux qui, de leur vivant, ont paru les plus imbécilles, ou
les plus extravagans, ou même les plus forieux. Ces gens-là
errent ordinairement nuit et jour, nus ( nous avons vu
aussi des femmes en ce cas, et errer ainsi), ou passent
une partie de la journée à faire mille contorsions hideuses,
à se frapper a grands coups de poing la figure ou la
poitrine, et à se meurtrir ou déchirer le corps ; ils s’abandonnent
sans aucune retenue à tous les actes contraires
à 1 honneur, a la decence, à la pudeur, et même à la
probité; ils violent les femmes et les-filles chez elles ou
en public. Violer n’est peut-être pas' précisément le terme
propre ici, puisque, malgré le dégoût que ces misérables
doivent inspirer, on a une telle vénération pour eux,
que les femmes n osent pas leur opposer la moindre résistance,
qu’elles les laissent pénétrer dans leur harym,
et croient faire une oeuvre pieuse et méritoire en satisfaisant
la brutale concupiscence de ces monstres à figure
humaine.
Un de ces etres, qu’ont sans doute connu tous les
Français qui ont habite au Kaire, ou qu’ils reconnoîtront
infailliblement au portrait que nous venons de tracer,
mourut en cette ville le 22 floréal, an 9 de la République
[12 mai 1801], et fut enterré le lendemain (à cette
époque nous demeurions encore dans cette capitale de
l’Egypte); c’étoit un jeune homme de vingt à vingt-deux
ans. Tandis qu’on le portoit en terre, il donna aussi les
indices de sainteté dont nous venons de parler; les porteurs
se trouvèrent tout-à-coup arrêtés à moitié chemin,
et ne purent s’empêcher de tourner pendant très-longtemps,
avant de pouvoir continuer leur route. Le même
jour, un cheykh que nous occupions journellement à
nous donner des renseignemens, afin de nous diriger
plus sûrement dans nos recherches sur les institutions,,
les moeurs et les usages des habita ns de l’Egypte, arriva
chez nous avec un empressement extraordinaire, et
nous annonça le miracle dont il venoit d’être témoin
comme ayant fait, lui, partie du convoi funèbre. D ’abord
nous ne lui témoignâmes que de la surprise; puis, par
degrés, nous l’amenâmes à raisonner sur l’événement
qu’il yenoit de nous rapporter. Enfin, après lui avoir
persuadé que Dieu tout-puissant, et toujours grand
en toutes choses,-ne manifestoit jamais sa volonté que
d’une manière digne de lui, et que c’étoit l’offenser
que de lui attribuer des stratagèmes ridicules que tout
homme sensé rougirait d’employer, nous lui demandâmes
s’il regardoit comme impossible que, dans ces sortes de
miracles, on abusat le peuple, soit que les porteurs fussent
payés pour s’arrêter et tourner de la sorte, soit qu’ils eussent
quelque intérêt particulier et caché à agir ainsi. Notre
cheykh convint que tout cela étoit non-seulement possible
, mais encore assez probable, et que ce signe de sainteté
dont il avoit été témoin, lui devenoit d’autant plus
suspect, qu’il se rappeloit qu’en effet on avoit découvert
plusieurs fois que ce n’étoit qu’une fraude. Déjà nous
nous disposions à approfondir davantage avec lui cette
discussion, lorsqu’il continua en nous disant que les
preuves les plus certaines de sainteté étoient lorsque le
mort s’enlevoit de son cercueil et s’élançoit comme s’il
vouloit s envoler, ou lorsqu’il forçoit les porteurs à courir
à toutes jambes, ou lorsqu’il proférait ces mots:
a»l
Bismi-llahi touàkJalto a'Ia-Ilahi.
Alors nous ne nous sentîmes plus assez de courage
pour combattre toutes ces erreurs, et nous restâmes persuadés
qu’elles tenoient autant à la foiblesse de son esprit
qu’à l’empire que les préjugés exercent sur la plupart des
hommes.
D E L A R T M U S IC A L EN EG Y P T E . J I J
v o n t sur le s terrasses q u i d om in e n t le u r m a is o n , c r ie r yâ hagmety [ o h ! q u e l m a lh
e u r ! ] , e t e x p r im en t les m o t ifs d e leurs re g re ts d e la m an iè re la p lus d é ch ir an te .
L e s au tre s p a ren te s q u i n e to u c h e n t pas d e si p rès le. d é fu n t , v ie n n e n t p le u r e r
a v e c e lle s e t le u r d o n n e r des c o n s o la t io n s ; e lle s v o n t s’a s s e o ir , n o n p a r t e r r e ,
mais su r le d iv an . O n la it v e n i r aussi q u e lq u e fo is dans la m a iso n des p le u r e u s e s ,
p o u r y ch a n te r des ca n tiq u e s fu n è b r e s , e n s’a c c om p a g n a n t d u darâboukteh, du
târ, d u bendyr, d u req, d u deff o u d u mafiar. L e d eu il d u re o n z e m o îs ; e t p e n d
an t les h u it p remie rs jo u r s , les plus p r o c h e s p aren s n e so r te n t pas d e c h e z eux .
Chant et Danse funèbres.
C e t a r t ic le a u r o it dû ê tr e p la c é a v a n t le p r é c é d e n t , si l’o n c o n s id è r e l ’o rd r e
des é v én em en s e t des fa i ts ; m a is , e u é g a rd à so n p eu d ’im p o r tan c e q u a n t à l ’a r t
q u i n o u s o c c u p e e t au x m oe u rs des É g y p t ie n s , n o u s n ’a v o n s pas ju g é q u ’il dû t
p a ro ît r e p lu tô t .
I l s’a g i t , e n e f f e t , d ’u n e danse e t d ’un c h a n t e x é cu té s près du c o rp s d u m o r t
a v a n t qu’ il s o it e n le v é d e la m a is o n , e t d é jà n o u s a v o n s d é c r it to u te s le s c é r é m
o n ie s fu n èb re s ; mais n o u s n e c r o y o n s pas q u ’o n d o iv e c o n fo n d r e le ch a n t e t
la danse d o n t n o u s a llo n s p a r le r , a v e c les c é r ém o n ie s e t les ch a n ts o rd in a ir em en t
en usage p a rm i les É g y p t ien s e n p a re il c a s , p u isq u ’o n n e les o b s e r v e q u e p a rm i
un p e t it n om b r e d e fillâh o u pay san s de c e r ta in e s c o n t r é e s d e l ’É g y p te .
V o i c i d o n c c om m e n t ce s fellah h o n o r e n t leurs p aren s m o r t s , a v a n t d e les faire
p o r t e r e n te r re .
A p r è s q u ’o n a en s e v e li le c o rp s e t q u ’o n l ’a p la c é dans s o n c e r c u e i l , o n le
d e s c e n d e t o n le p la c e au m ilieu d e la c o u r . L e s v o is in e s , q u i se s o n t ren d u e s
dans la m a iso n p o u r c o n s o le r les fem m e s e t se jo in d r e à e lle s a fin d e ren d re les
d e rn ie rs d e v o ir s au d é fu n t , les c o n d u is e n t près d u c e r c u e il o ù e s t le m o r t : u n e
d ’e n tr e e lle s s’em p a re d u tam b o u r de b a squ e n om m é r â r , e t fra p p e dessus le rh y thm e
su iv a n t ; au s s itô t to u te s les a u t r e s , a v e c les p a ren te s d u m o r t , se fo rm e n t e n r o n d
a u to u r du c e r c u e i l , e t c om m e n c e n t à c h a n te r aba, aba, & c . e n s au tan t e t fra p p
an t des mains e n c a d e n c e , e t c o n t in u e n t ainsi p e n d a n t u n g ra n d q u a r t d ’heu re .
Chant et Danse funèbres des Fellàh.
RHYTHME DU T A R .
[ Mouvement v if et accéléré. ]
■X
Chant des Femmes.