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d e ia même e spè c e d' arbre p o u r les my r o b o l a n s cliebules, «jui s o n t u n e autre sorte
d e f rui t d o n t les Ar a b e s o n t i n i r o d u i t l'usage c omme d r o g u e médi c ina l e . Le s m)ro-
Lolans cliebules s o n t caractérises par les lobes de leur ama n d e roulés en corne t ; ils
sont p r o d u i t s p a r le Terminalla Chcbula , a rbr e de l'Inde.
L e Balanites est c ommu n dans Tiiucrieur de l 'Af r ique : les nègr e s amené s en
caravane de Senna r et de Da r f o u r au Kaire c o n n o i s s e nt tous cet arbre. Lippi , ;)
e n t r o u \ a aut r e foi s deux pi eds à l'oasis d ' e l -Ou à h , où s'assemblent les caravanes
d ' É g ) p t e a v a n t de traverser le dé s e r t de Nu b i e . Je dé couvr i s à Syout , dans la
haute E g y p t e , deux j eune s pieds de Balanites aupr è s de que lque s grands sycomores,
du c ô t é du dé s e r t . J ' e n fis voi r de s r ame aux à un drogui s t e qui avoi t quelque
i n s t r u c t i o n , et qui m' é c r ivi t aussitôt le n om de cet a rbr e he¿lyg, mo t que je crois
c o r r o m p u de celui de heljkg, qui signifie les my r o b o l a n s cliebules.
J e c omp r i s , en lisant la r e l a t ion du voyage en Eg y p t e p a r Va n s l e b , que l'arkc
nommé hiklgie pa r c e t a u t e u r d e v o i t ê t r e le même que le lieglyg. En e f i e t , Vanslcli
dit que le hilelgie est un g r a n d a rbr e é p i n e u x , d o n t le f rui t est semblable auxdaucs
jaunes ; ce qui est vrai aussi en pa r l ant de n o t r e Balanites ou heglyg. La descri[)
tion d o n n é e par Fo r s k a l , d ' u n a rbr e é p i n e u x d 'Ar a b i e , qu'il n omme M. - ,
se t r o u v a c o n v e n i r tout - à- f a i t au Iieglyg des e n v i r o n s de Syout. Je lus , long-temp;
a p r è s , le n om de higfyg dans la r e l a t ion du vovage de B r o w n e , qui a convemblement
dé c r i t c e t a rbr e du pays de Da r f o u r . B r own e r a p p o r t e que l'on dit a
D a r f o u r que le l i egl \g vi ent d'Ar abi e . Il me pavoit éga l ement certain qu'il est indigène
d 'Af r i q u e : c'est un p e n c h a n t naturel des Ma h omé t a n s , de v a n t e r les productions
de l 'Ar a b i e , qui est la t e r r e béni e du P r o p h è t e , et d' a t t r ibue r la plupart
d e leurs f rui t s à ce pays.
L e Balanites ou h e g h g a dû t o u j o u r s ê t r e r a r e dans ia pa r t i e de l 'Egypt e que les
voyageurs o n t le plus f r é q u e n t é e , je veux di r e la basse Eg y p t e , où ils o n t abordi.
Cet a rbr e n'est dé j à p o i n t naturel au d e g r é de latitude du Ka i r e , où Pr o s p e r Alpin
e t Ve s l i n g l ' avoi ent vu cul t ivé ; il c roî t s p o n t a n éme n t au sud du tropique,dansIcs
régions o c c i d e n t a l e et or i ent a l e de l 'Af r i q u e , au Sé n é g a l , suivant Ad a n s o n , i
Sennar et à Da r f o u r , suivant L i p p i et B r own e , et jusqu'en Ar a b i e , suivant Forská
L e n om de hcglygesi celui qui est usité d ans la l angue de Da r f o u r . Le s aut eur s Ar a b
qui o n t é c r i t sur l'histoire na tur e l l e de l 'Égvpt c , ne f o n t p o i n t me n t i o n du Iiegl)^.
mais ils d é c r i v e n t cet a rbr e sous le n om ácLíbakh, et l ' indiquent particulièrenien!
dans la haut e Ég\pte'. C' e s t dans la Re l a t ion de l'Egypt e d 'Ab d - a l I a t i f , traduite par
M. de Sacy , qu'il f au t lire l'histoire du Lé b a k h , r e n d u e claire et précis e parla
réunion de s passages extraits des auteur s Ar abe s sur le même sujet. Abd-aliatif ;2)
compare le L é b a k h au Sidra ou Na b e c a , d o n t il a en effet le p o r t et la feuille. « Son
« f rui t r e s s emb l e , d i t - i l , à la datte. » No u s avons vu p r é c é d emme n t queVanslelj
comparoit a\ ec r a i son les fruits du hilelgieaux dattes. Maqryzy (3), celui de s aiiieur»
Arabes qui a d o n n é le plus de détails sur l ' E g y p t e , dit que le fruic du lébakli
( I ) iManiiscrit de la bibliothèque de iM. de Jussieu,
ii) fítljiion de l'Ègfpie par Abd-allaiif, traduction de M. de Sacy , pa^. 17•
0) Ncits sur Atd-niLiúf, trad, de M. de Sacy, p.ig. Í;.
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P L A N T E S G R A V É E S . 3 2 5
ressemble, p o u r la gros s eur , à l ' ama n de ve r t e . Il a j o u t e que cet a r b r e , qui é toi t une
des plus belles p r o d u c t i o n s de l 'Ég y p t e , a cessé d'y exister vers l'an 7 0 0 de l'hégire
[vers . 3 0 0 ] , et il rap]>orte ailleurs que c e t a rbr e se t r o u v e s e u l eme n t sur le terrai n
d'un mona s t è r e de la h a u t e Egypt e . Il est r ema r q u a b l e que , p o u r r e t r o u v e r le l é b a k h ,
il faille t o u j o u r s se rai>j)rorlK;r de ia r o u t e p a r laquelle les car avanes d 'Ét h i o p i è
arrivent en Egypt e . J'ai dit plus haut q u e je n'avois t r o u v é qu'à Syout deux arbres
de heglyg. que je dis ê t r e le lébakh ; c e t t e ville est la p r emi è r e où a r r ivent les
caravanes de Da r f o u r , apr è s avoi r s t a t i o n n é à e l -Ouâ h , pays où le m ê m e a rbr e f u t
découvert pa r Li p p i lorsqu'il g a g n o i t l ' int é r i eur de l 'Af r i q u e . E n s i n é ( i ) , ville de
la haute Egypt e . plus d i s t an t e du Kaire vers le sud que le Ka i r e n'est au sud des
côtes de la Mé d i t e r r a n é e , est le p o i n t pr é c i s où les aut eur s Ar a b e s i n d i q u e n t le
lébakh; il est vrai qu'ils c o p i e n t un seul a u t e u r , Ab o u -Ha n y f a h D) n o u i y .
I l y a , dit un c omme n t a t e u r d 'Av i c e n n e (2) . que lque s arbres de l ébakh isoles
dans les ma i sons d 'En s i n é ; le mo n a s t è r e d' e l -Ka l amoun dans la haut e Eg y p t e écrit
Ma<i7zy{3), r e c è l e e n c o r e J a rbr e lébakh : or c'est p r é c i s éme n t au mo n a s t è r e
J'Abouhennis, p r o c h e E n s i n é , que Vans l eb vit le h i l e l g i e , qui d o n n e le même
fruit que le l ébakh. Ce t t e r e s s embl anc e m' a fait c o n j e c t u r e r q u e les d e u x n oms
h ' y g " ''l'"!'!' a v o i e n t servi à d é s i g n e r un a r b r e d ' u n e seule e s p è c e , de même
que les n oms sidra et nabcca, l'un l i t t é r a l , l'autre v u l g a i r e , d é s i g n e n t , soit dans les
auteurs Arabes, soit d ans le l angage a c tue l de s Ég y p t i e n s , un seul a rbr e , le Zii^yplms
Spm-CImsti. 11 est b e a u c o u p d' aut r e s e x emp l e s de synon)-mes de ce g e n r e dans
la langue Ar a b e .
Le n om de hjeg, que le lébakh a r e ç u en Ar a b i e , me pai-oît avoi r u n e o i i g i n e
commune ave c celui de /„¿fyg, l ' addi t ion et la t r anspos i t io n de s c o n s o n n e s dans
•m mo t ne c h a n g e a n t pas t o u j o u r s n é c e s s a i r eme n t sa s igni f i c a t ion , et p o u v a n t
indiquer un pluriel. For ska l dit que le f rui t de l'arbre ha l eg est v e r t , d o u x et
visqueux, p o s i t i v eme n t c omme Ab d - a l l a t i f le dit du lébakh.
Quant aux n oms d'agiUid et de Mklglr, c i t é s , l'un p a r P r o s p e r Al p i n . l'autre
par Va n s l e b , et dé f igur é s de celui de htglyg, il f aut les atti-ibuer à la seule difficulté
tl imiter la p r o n o n c i a t i o n ou l ' o r t h o g r a p h e Ar ab e . Le s n oms des p l a n t e s d 'Av i c e n n e ,
transcrits d'arabe en latin pa r les t r a d u c t e u r s , s o n t mé c o n n o i s s a b l e s • les plus
habiles c omme n t a t e u r s o n t cité s o u v e n t , à dé f aut de me i l l eur e s t r a d u c t i o n s , ces
noms i n co r r e c t s et d e v e n u s barbares.
Je n'ai fait v o i r que les r a p p o r t s di r e c t s e n t r e le heglyg et le l é b a k h ; il est
nécessaire que je n ' ome t t e p o i n t les mo i n s f r a p p a n s , e t ' q u e je conc i l i e quelques
caractères o p p o s é s qui laisseroient d o u t e r qu'un de ces arbr es pfit ê t r e le même
<|ue l'autre.
J'ai dit que le h e g h g é toi t é p i n e u x et d ' u n ve r t c e n d r é ; For ska l l'a dé c r i t
Je la même ma n i è r e : .irbm-sfnws.i, y.Mè munka: foH.i sub-f„rimsa, ire. Ce t t e
description ne s ' a c c o r d e pas ave c celle du l é b a k h , qui , c omme le dit At d - a l l a t i f ,
ressemble au sidra p a r sa belle v ég é t a t i o n et pa r l'éclat de sa v e r d u r e ; il n e f a u d r a
(r) ¡VwisuryihUnaiif, tr.id. de,M. de S^cy,p.i^.¡S. (3) Ibid. pag. 6i.
U) ibid. pag. j6.
/ / . N. T O M E n.
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